ENTREVISTAS

Sexta-Feira, 30 de Janeiro de 2009

Em entrevista, o cantor Regis Danese se defende da acusação de que a música "Faz um Milagre em Mim", do CD "Compromisso", que vendeu mais de 1 milhão de cópias, teria uma mensagem subliminar satânica e que o cantor teria realizado pactos malignos para o sucesso da música.

O CD Compromisso, de Regis Danese, que traz a canção faz um "Milagre em mim", vendeu desde seu lançamento no primeiro semestre de 2008, mais de 1 milhão de cópias. A música saiu do cenário gospel e chegou a rádios e TV's seculares. "Como Zaqueu, eu quero subir..." recebeu versões em pagode, axé e forró, e está na boca do público nas igrejas, nas ruas, nos ônibus, e em muitos lugares no Brasil.

Vídeos publicados no Youtube recentemente afirmam que a canção, quando tocada ao contrário, traz uma mensagem subliminar satânica. Alguns blogs e sites confirmam que o cantor realizou pactos espirituais malignos. Brincadeira ou não, o tema é discussão de fóruns na internet e chegou ao Guia-me por meio do contato de internautas que pedem uma resposta do cantor e lamentam que nas igrejas em que congregam a canção não possa mais ser ministrada.

Em entrevista ao site Guia-me, Regis afirmou ter conhecimento dos comentários e deixou uma mensagem a quem acompanha seu ministério e gosta de suas canções.

Regis, você tem conhecimento de vídeos e mensagens que afirmam que a canção "Faz um milagre em mim" traz uma mensagem subliminar satânica e que você teria feito pactos espirituais?

É claro que tenho conhecimento, acho isto uma maldade.

Como você reage diante desses comentários? O que você pensa sobre isso?

Ou é um satanista que inventou isto ou alguém frustrado que tem vontade de ser famoso e não conseguiu.
Eu fiz um pacto com Jesus Cristo quando entreguei minha vida para Ele, e selei este pacto quando me batizei. Uma música que está curando, salvando e trazendo libertação não pode servir de maldição porque a palavra de Deus é bem clara, uma fonte não pode jorrar água doce e salgada. Não tem como servir a dois senhores, ou você agrada a Deus ou agrada ao diabo. Estou tranqüilo porque quando falam mal de mim não estão falando mal de mim, mas sim do meu Deus que me chamou, ungiu e me escolheu. Tudo que está acontecendo na minha vida é um sonho, um projeto de Deus!

Você acha que esses comentários podem atrapalhar o propósito de Deus para a canção?

Não. Está dando mais ibope. Enquanto isso, as emissoras seculares estão tocando muito, programas seculares, e a Palavra de Deus está sendo pregada para quem realmente precisa ouvir e não crentes hipócritas, fariseus, nada pode impedir o agir de Deus em nossas vidas!

Em muitas igrejas, a canção não pode ser ministrada e os membros não podem nem mesmo ouvi-la. Gostaria que você comentasse o sucesso da canção e a reação das pessoas diante dele, e deixasse uma mensagem para o público sobre "Faz um milagre em mim" e seu ministério.

Você que tem o Espírito Santo, ore e peça para Deus te mostrar se eu sou ou não um homem de Deus, se esta canção é de Deus ou não, tenho certeza que Deus vai te mostrar em nome de Jesus!

Eu, minha esposa, o Joselito, que é o compositor, nós oramos, jejuamos e pedimos para o Senhor operar milagres, curar, salvar e libertar. O diabo está furioso porque tem muita gente curada de câncer, paralítico andando, surdo ouvindo, muita gente voltando para Jesus. Outras entregando a vida para Jesus. O diabo está furioso. Faça você mesmo uma pesquisa na sua igreja de quantas pessoas foram abençoadas com esta canção. Reflita e deixe Deus falar contigo. Qualquer informação ao meu respeito, procure a igreja Assembléia de Deus de Uberlândia (MG). Meu pastor é Álvaro Sanches. Eu tenho igreja, tenho pastor, sou servo de Deus!

Deus abençoe a todos em nome de Jesus!!

Abração, Regis Danese

Fonte: Site Guia-me

 

FG News : Se Deus quiser, serei também pastor, diz Kaká em entrevista
em 29/05/2009 13:54:28

Convocado pelo técnico Dunga para disputar com a Seleção Brasileira de Futebol a Copa das Confederações, que começa em junho próximo, o meia-atacante Kaká topou o desafio de respondeu às perguntas enviadas pelos leitores da revista "Quem" ao site da revista. Confira a entrevista.

"Vivo de metas e objetivos, e um deles é conquistar este torneio", diz o craque, que também deseja marcar 100 gols pelo Milan, time italiano que defende há seis anos e com o qual tem contrato até 2013. Vivendo na Itália com a mulher, Caroline Celico, e o filho, Luca, de 11 meses, Kaká contou que gosta de viajar com a família para conhecer lugares nas horas vagas, que sente saudade das comidas brasileiras e também de falar português. Apesar disso, não pensa em voltar a viver no país tão cedo. Quando deixar o futebol, não descarta a possibilidade de se tornar pastor - o jogador e seus pais são evangélicos.

O que o casamento mudou em sua vida?
Marcos da Rocha, Santos Dumont (MG)
O casamento me fez crescer bastante, amadurecer em muitas áreas da minha vida. Sempre acreditei que o casamento é uma grande bênção e tenho vivido isso hoje na minha casa.

Quando você era solteiro, seus amigos faziam muitas brincadeiras pelo fato de você ser virgem? Como encarava isso?
Antônio Marques, Ouro Preto (MG)
Sempre havia brincadeiras em relação a isso, mas não era uma coisa que me incomodava, pois eu tinha certeza e convicção do que a virgindade até o casamento representaria para minha vida espiritual e para minha família. Tenho certeza de que quem ama consegue esperar.

Qual foi o momento mais marcante de sua carreira?
Paula Luciana de Andrade, São Bernardo do Campo (SP)
Os momentos mais marcantes foram as minhas grandes conquistas, como a Copa do Mundo em 2002, pois eu era o caçula daquela seleção, com apenas 20 anos, e isso foi demais para mim. A conquista da Copa da Europa, em 2007, e do Mundial da Fifa, no mesmo ano, também. E, claro, os prêmios individuais, como a Bola de Ouro e o prêmio de Melhor Jogador do Mundo pela Fifa (2007).

Quais são seus objetivos profissionais? E pessoais?
Ana Lúcia Mendes, São Paulo (SP)
Eu vivo de metas e objetivos. Os próximos, a curto prazo, são fazer 100 gols com a camisa do Milan (faltam 6), conquistar a Copa das Confederações com a Seleção Brasileira e a classificação para a Copa do Mundo o mais rápido possível. Na vida pessoal, desejo conseguir trasmitir para meu filho nossos valores de vida.

Quem são seus ídolos na profissão?
Márcio Figueira Souto, Itapira (SP)
Meu grande exemplo como jogador sempre foi o Raí. Quando eu estava crescendo nas categorias de base do São Paulo, o Raí era o grande nome do time naquela época e, por jogar na mesma posição que ele, eu sempre queria ser o Raí na hora de jogar bola com os meus amigos.

Há quantos anos está fora do Brasil e do que sente saudade?
Núria A. Mendes, São Caetano do Sul (SP)
Saí do Brasil em agosto de 2003. Do que eu mais sinto saudade são os amigos e parentes. Mas tem uma saudade que é difícil de explicar, que é a saudade da terra, de falar a língua em todo lugar, das comidas, do povo.

O que faz nas horas vagas?
Priscila Noronha, Salvador (BA)
Gosto de fazer coisas com minha família, viajar, sair para conhecer outros lugares, brincar com meu filho, levá-lo para passear e sair para jantar com os amigos.

Tem alguma intenção de um dia voltar a jogar no Brasil, a exemplo de Ronaldo e Adriano, mesmo sabendo que aqui os salários são menores?
Átila Mathias, Rio de Janeiro (RJ)
Quando o jogador volta para o Brasil ele sabe que é uma outra realidade econômica e profissional. A curto e médio prazo não tenho a intenção de voltar. Talvez em um futuro mais distante.

É comum vermos jogadores xingarem e até brigarem em campo, mas você está sempre tranquilo. Nunca perde a paciência?
Leonardo C. Ferreira, São Paulo (SP)
Às vezes acontece. Durante o jogo, os nervos estão à flor da pele, mas acho que consegui desenvolver o domínio próprio de uma forma que consigo me controlar.

Pretende deixar o futebol um dia e virar pastor?
Billy Bob, Fortaleza (CE)
O que eu gosto é de transmitir para as pessoas aquilo que Deus tem feito na minha vida e que pode fazer na vida delas também. Hoje faço isso através do futebol. Quem sabe, um dia eu possa fazer isso através de um altar e uma igreja, pois eu gosto muito de estudar a Bíblia e conhecer sempre mais do poder Dele. Um dia, se Deus quiser, serei também pastor.

Confira mais respostas do jogador Kaká aos leitores de QUEM

O que você menos gosta no mundo do futebol? (Luiz Fernando Francisco, Itajaí, SC)
O que eu menos gosto no é a violência nos estádios. É muito bom poder ver famílias, crianças, jovens e idosos nos estádios. E a violência faz com que as pessoas se afastem desse espetáculo que é um jogo de futebol.

Como você conheceu sua mulher? (Kamila Silvestre, Campo Grande, MS)
Através dos nossos pais, que se conheceram antes. Depois trocamos telefone e começamos a nos comunicar, ficamos amigos e passamos a namorar.

Gostaria de saber se pelo fato de você não se envolver em escândalos nem se preocupar mais com a fama do que com a carreira (diferentemente de outros jogadores famoso), mas comprometido com seus ideais, com Deus e com sua família, se faz a diferença na sua vida profissional? (Alinne Gontijo, por e-mail)
Faz muita diferença para mim ser fiel aos meus valores. Não permitir que nada roube aquilo que é a minha certeza e convicção. Isso faz com que eu seja sempre muito focado na minha profissão. Quando você é feliz na vida pessoal, consegue com mais facilidade ter bons resultados na vida profissional.

Que profissão seguiria se não fosse jogador? (Ricardo Sousa, por e-mail)
Seria engenheiro como o meu pai.

Você se sente realizado profissionalmente? (Beatriz da Costa, Rio de Janeiro, RJ)
Me sinto muito realizado, mas não satisfeito. Acredito que tenha muita coisa para conquistar ainda, ou melhor, dobrar tudo aquilo que já foi conquistado.

O que você acha das kakazetes do Brasil? (Adriana Lais, Contagem, MG)
Tenho um carinho muito especial por elas, porque a grande maioria torce pelo meu sucesso, e pelo sucesso da minha família.

Já sofreu algum tipo de preconceito, perseguição ou até mesmo provação no mundo futebolístico, pelo fato de ser evangélico? Sabrina Marques , Paulista, PE)
Nenhuma. Até porque hoje são muitos os atletas que são evangélicos. E sempre fui muito respeitado, porque também respeito muito a todos.
 

Fonte: Site da Revista Quem

Aline Barros: "A palavra nunca vai voltar vazia"

NATAL/RN - A cantora Aline Barros assume que gosta de desafios. E basta uma pequena análise na trajetória dessa artista para observar o quanto ela já foi além nessa tarefa de abraçar os desafios. Cantora gospel, Aline foi a primeira artista nesse estilo a ter uma música em trilha sonora de novela. Foi também a primeira cantora gospel brasileira a ganhar um Grammy Latino. Aliás, prêmio que já recebeu várias vezes.

"Sempre amei ser desafiada, sempre amei coisas diferentes, fazer coisas novas, para abalar a estrutura desse mundo que a gente vive. Eu me considero como Davi, pequena frágil e que dependo de Deus em tudo que faço", comenta Aline. Ela mesmo admite que, muitas vezes, pergunta-se o "porquê de tudo que aconteceu", exatamente por ter ido muito além da trajetória comum feita pelos artistas da música gospel. "É justamente você ver o projeto de Deus. O projeto de Deus, o plano é alcançar o ser humano. Quando você leva uma música e coloca de cara em uma mídia aberta você alcança milhões de pessoas", diz Aline Barros.

Um dos momentos delicados dessa trajetória, foi quando se viu ameaçada de deixar de cantar devido a um problema nas cordas vocais. Também nesse capítulo ela registra o seu testemunho religioso.

Aline Barros está em Natal de férias com a família. E, nessa entrevista, fez questão de enfatizar o seu encanto pela cidade: "Para a gente está sendo um tempo muito legal. Quero parabenizar porque a cidade é muito linda, as férias como família estão sendo inesquecíveis. Essa cidade é abençoada por Deus. Estou feliz por estar aqui. Natal foi uma cidade que ficou marcada", destaca. Nossa convidada de hoje é uma cantora de música religiosa com carisma próprio, fala tranqüila, jeito meigo, atenciosa com o espectador. Com as palavras e os gestos demonstra simplicidade. Durante essa conversa, Aline Barros falou muito de Deus, mas longe dos discursos prontos, trouxe sua própria vivência e, por isso mesmo, tornou a entrevista muito mais interessante. Com vocês, Aline Barros.

Você é considerada uma referência na música gospel. O que a torna assim?
Ser um referencial é uma responsabilidade muito grande. Encaro como uma missão que Deus me deu, de levar para essa geração, o que tenho recebido, o que aprendi, o que entendo como sendo de princípio para minha vida, que tem edificado minha vida, abençoado minha vida. Isso tudo faz com que eu tenha meu estilo de vida diferente das

demais pessoas. Isso acaba me tornando uma vitrine para muitos jovens, para muitas crianças. Não é fácil, é responsabilidade muito grande. Acabo me sentindo também mãe de milhões de crianças espalhadas pelo Brasil. O tesouro mais valioso que a gente tem na vida é Jesus e isso quero passar para meu filho e para as pessoas que nos acompanham.

Antes a música gospel era fechada nos grupos de igreja, hoje já consegue espaço na grande mídia.
Realmente hoje você consegue ultrapassar fronteiras. Isso é muito bom. Você vê o crescimento da música evangélica. Há alguns anos como era difícil em termos de qualidade. De um tempo para cá temos visto como a música evangélica tem melhorado, tem crescido em qualidade, as pessoas têm buscado fazer o melhor e dar o melhor para Deus. Isso tem de certa forma ajudado a abrir muitas portas. E outra questão que vejo como fundamental da gente entrar em lugares da mídia de forma geral é o fato das pessoas estarem mais abertas, elas estão em busca de algo mais, de algo diferente que vá preencher o coração. A música evangélica tem o toque especial, que fala de Jesus, da palavra de Deus, traz paz ao coração do ser humano. A palavra nunca vai voltar vazia. Quando a pessoa está com o coração aberto e buscando algo ela vai receber. A música também ela ganha mais espaço, conquista novos horizontes. Eu me considero como Davi, pequena frágil e que dependo de Deus em tudo que faço. Sempre amei ser desafiada, sempre amei coisas diferentes, fazer coisas novas, para abalar a estrutura desse mundo que a gente vive.

É mais difícil a música evangélica entrar no programa de rádio, de televisão do que a música dita "normal"?
Talvez seja pela cultura nossa. Lá fora já é bem diferente. Mas aos poucos a gente está conseguindo superar e ultrapassar essas barreiras. Tem sido muito bom. Há pouco tempo teve uma música minha que entrou em uma novela da Globo. Foi a primeira vez que a gente teve uma música evangélica fazendo parte como tema de uma novela. Eu fico me perguntando o porquê tudo isso acontece. Não é só pelo fato de se ter uma voz bonita, de se ter um reconhecimento. As pessoas acabam me conhecendo pelos Grammy, por programas que já participei. E fico me perguntando o porquê de tudo isso acontecer.

Então qual a resposta que você encontra? Por que tudo isso acontece?

É justamente você ver o projeto de Deus. O projeto de Deus, o plano é alcançar o ser humano. Quando você leva uma música e coloca de cara em uma mídia aberta você alcança milhões de pessoas. Você entra nas famílias, leva o amor de Deus através das canções. Tudo isso acontece porque existe um propósito de Deus. Acontece porque Deus quis que acontecesse. Existem várias pessoas que tem falado, testemunhado e fala o que acontece através da execução dessas músicas. São pessoas que dizem que no momento da música tocando a fez refletir. Tudo que eu faço, a prioridade na minha vida é Jesus. Eu tenho trabalhos voltados só para crianças e quantos sorrisos você não consegue tirar do rosto de uma criança.

Há concorrência, competição entre os cantores da música gospel, evangélicos, católicos pelo mercado fonográfico?
Não. Isso já fica muito a nível de gravadoras. Enfim, eles têm lá as metas para atingir. Entre os próprios cantores, pelo menos os cantores que eu tenho contato, não vejo o espírito de competição, de querer ser mais do que o outro. Eu não vivo isso. Isso é a gente pensar tão pequeno.

Você foi a primeira cantora de música gospel brasileira a ganhar o Grammy Latino. Isso é o topo da sua carreira?
Esse é um prêmio muito considerado. Mas digo a você com toda convicção do meu coração, no dia que eu achar que cheguei no topo vou olhar lá de cima e só vou ver descida. Acho que tenho muito o que conquistar, subir, conquistar coisas maiores, sonhar. Sou uma pessoa que amo ser desafiada. Muitas vezes aqueles que são vitrines as pessoas atiram pedras contra eles, mas a gente tem que estar preparada para isso. Mas sou uma pessoa de muitos desafios.

Você ficou ameaçada de parar de cantar por um problema nas cordas vocais. O que esse fato representou para você?
A minha vida é como se fosse um livro e cada capítulo da minha vida tem sido escrito de forma muito especial. Eu vivi uma experiência na minha vida que foi como se fosse um marco, um divisor. É a minha história antes e depois dessa experiência que eu tive. Foi uma experiência muito forte. Eu tive um problema muito sério na minha voz, logo depois de eu ter ganhado o Nicolas (o filho dela de 5 anos). Eu perdi praticamente a minha voz. Eu tinha 5% de voz. Foi algo muito interessante porque nunca tinha acontecido isso comigo. Eu ficava rouca, mas minha voz voltava; normal de quem trabalha com a voz. Mas naquele momento minha rouquidão não passava nunca. Aquilo me preocupou, eu fui ao médico, fiz exames e apresentei um problema e eu estava com uma fenda e os médicos disseram que daqui a cinco meses eu voltaria a cantar e iríamos ver o que aconteceria com minha voz. Aquilo me deixou sem chão. Fiquei sem chão. Aquilo me abalou muito. Pelas madrugadas eu passava todas as noites e chorava e perguntava por que, e o que seria daquilo que eu mais gostava de fazer. E um belo dia meu marido se levantou de madrugada, me viu daquele jeito e disse "chega, a partir de hoje vamos orar e declarar sua vitória e todas as promessas de Deus, todo projeto de Deus nada será frustrado, vamos crer que Deus fará um milagre". A minha fé naquele momento ficou firmada. Todas as promessas, todas as palavras coloquei em prática e comecei a acreditar. Foi assim que caminhei, embaixo de uma palavra e com muita fé em Deus. Depois de um mês estava completamente recuperada. Nesse período fui para os Estados Unidos colocar voz no meu trabalho, no meu novo disco. E eu fui, coloquei voz e vi como Deus é lindo.

Pensar que poderia deixar de cantar foi o momento mais difícil da sua vida?

Eu vi Deus fazer milagre na minha própria vida. Foi uma das fases mais difíceis. Não digo que foi o momento mais frágil da minha vida porque  a gente passa por situações difíceis o tempo todo, mas o Senhor dá força para superar. Mas foi um momento muito difícil na minha vida, por isso que falo que foi um divisor. Depois desse milagre, de restaurar minha voz por completo, foi com esse trabalho que ganhei o primeiro Grammy Latino, que foi o fruto de amor e foi uma experiência muito linda. Vi como se o Senhor tivesse me colocado nos lugares altos. Ele sempre tem algo mais para acrescentar na nossa vida. Amo sonhar, amo ser desafiada e sei que a cada dia Deus tem algo novo para acrescentar na minha vida. Assim está sendo escrita minha história. A partir desse dia muita coisa mudou, muita coisa acrescentou.

Vou usar o nome do seu livro para lhe fazer uma pergunta: você chegou a "muito mais que um sonho" (nome do livro escrito por ela e pelo marido)?
Eu acho que fui sim. A gente sonha, mas a Bíblia ensina que os pensamentos de Deus são maiores que os nossos. Fico pensando que tenho sonhado, mas Deus tem me levado a ir muito além dos meus sonhos. Falo para o meu marido: vamos continuar sonhando. Se a gente não sonhar a vida passa, aproveitar cada dia da nossa vida.

Fonte: A Tribuna do Norte

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