MENSAGEM PASTORAL

Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2008

    Minha família no altar de Deus

Rev. Jeremias Pereira da Silva
 
Uma das verdades que este texto ensina é: se algo de bom aconteceu, está acontecendo ou acontecerá em sua família, a fonte desta(s) bênção (s) é o Deus vivo e verdadeiro.
Segunda verdade: se você quiser que sua família seja edificada, fortalecida você precisa convidar o Eterno para participar de sua vida e de sua família:
Terceira verdade. Deus deseja que você coopere para que sua família seja edificada, fortalecida, salva e restaurada.

Dessa breve reflexão surgem duas conclusões imediatas.
Primeira. Deus nunca irá deixar de fazer o que Ele tem proposto. Edificar, fortalecer, restaurar, curar e reconciliar famílias.
Segunda. Se Deus quer edificar sua família, você irá cooperar? Você trabalha junto e inspirado por ele para edificar a sua casa?

Sabemos que edificar uma família é um trabalho árduo, intenso e desafiador e é uma tarefa que precisamos de ajuda e apoio positivo de todos os lados.
Para a Oitava Igreja sua família é "nossa prioridade".
Nosso compromisso e desejo como igreja é que toda a sua família esteja no altar de Deus, isto é, toda família seguindo e servindo a Jesus como seu Senhor e Salvador.
Sempre temos orado pelas famílias.
Entretanto desde o mês de agosto "garramos" com mais fervor e intensidade por três pedidos que envolvam as famílias:
1. Oramos e (continuaremos a orar) para que todos os seus familiares, que não se converteram, sejam convertidos. E se o Eterno se agradar, ainda este ano.

2. Oramos para que eles se filiem a uma igreja, sejam batizados e sejam mais do que membros de igrejas. Sejam verdadeiros discípulos de Cristo.

3. Oramos para que todos os que já congregaram na Oitava Igreja e, por qualquer motivo, esfriaram e se afastaram da comunhão da mesma, sejam restaurados e sirvam (voltem a servir) ao Senhor com fervor nunca visto.

É impossível?
É impossível, mas Deus pode.

Junte-se a nós nessa caminhada. Faremos juntas várias ações de amor e fé em favor da sua família e das famílias da igreja.

"Quem sai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo seus feixes". Salmo 126.6

Fonte: Oitava Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte

 

 

A ABERTURA DOS SETE SELOS

INTRODUÇÃO

1. Os cinco primeiros capítulos do Apocalipse apresentam o Cristo da glória no meio da sua igreja, sondando, corrigindo, exortando e encorajando.

2. As sete cartas revelam o que as igrejas aparentam ser aos olhos dos homens e o que de fato elas são aos olhos de Cristo.

3. Vimos nos capítulos 4 e 5 o Deus criador no trono bem como Cordeiro, o Redentor sendo igualmente glorificado por todos os seres do Universo. Vimos que o Cordeiro está com o livro da História nas mãos.

4. Os capítulos que temos agora apresentarão quadros dos sofrimentos da igreja, dos juízos divinos sobre os inimigos dela, e do triunfo final de Cristo. Esse tempo serão as dores de parto. Esse tempo está sujeito à revelação da ira de Deus.

5. Os sete selos descrevem movimentos que caracterizarão a era ou dispensação inteira, desde a ascensão até o regresso glorioso de Cristo. São visões de paz e de guerra, de fome e de morte, de perseguição à igreja e do juízo de Deus sobre os seus inimigos.

6. À medida que os selos são abertos no céu, efeitos tremendos acontecem na terra. O céu comanda a terra. Jesus abre os selos. Está encarregado de todo o programa. A história está em suas mãos. Nos primeiros quatro selos vemos a ira de Deus misturada com graça. Mas a partir do sexto selo, há o derramento da ira sem mistura de Deus. É o dia do juízo.

7. Apocalipse 6 é como um texto paralelo de Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21: Guerras (Mt 24:4,5 e 6:6,7a); fomes (Mt 24:7b e 6:5-8); perseguições (Mt 24:9-25 e 6:9-11); abalos do mundo (Mt 24:29 e 6:12-17); segunda vinda (Mt 24:30-31 e 6:16-17).

8. Aprendemos desse fato quatro verdades:
A. Quem está assentado no Trono e o Cordeiro são adorados por todo o Universo - A história não está à deriva. Deus reina.
B. Quem tem o Livro tem o controle - É ele quem abre os selos. Dele emana a ordem dos acontecimentos. O Cordeiro governa!
C. Os eventos do juízo não acontecem sem seu conhecimento, permissão ou controle - Tudo acontece porque ele conhece, determina, permite e controla. Até os inimigos estão debaixo da autoridade e do controle do Cordeiro.
D. Todo o universo está sob a autoridade do Cordeiro e serve aos seus propósitos - É do trono que sai a ordem para os Cavaleiros do Apocalipse. Os cavaleiros devem dar a largada para dentro da história.

I. OS QUATRO CAVALEIROS DO APOCALIPSE - V. 1-8

1. O Cavalo Branco, uma figura do Cristo Vencedor - v. 1-3

a) Adolf Pohl e Warren Wiesbe interpretaram o Cavalo branco e seu cavaleiro como o Anticristo

  • Seu argumento é que o Apocalipse usa imagens duplas para fazer constrastes: Duas mulheres: a mulher e a prostituta; duas cidades: Jerusalém celeste e Babilônia; dois personagens sacrificados: O cordeiro e a besta. Assim, o anticristo estava se contraposto ao Cristo. Assim, o cavalo branco seria uma inocência encenada, fingida, de uma luz falsa: o anticristo é um deslumbrador. O anticristo apresenta-se como um pacificador. Ele terá estupendas vitórias. Ele vai ser aclamado como alguém invencível. Ele vai controlar o mundo inteiro. O senhorio do Cordeiro é que impele o anticristo a deixar sua posição de reserva e se manifeste. O diabo gosta de esconder-se. O lobo predador precisa ser despido de sua pele de ovelha.


b) William Barclay, interpretou o Cavalo branco como as conquistas militares

  • As grandes invasões militares do Império Romano conquistando o mundo e depois dele, outros impérios que se levantaram. O cavalo branco era usado pelo rei vencedor e o arco um símbolo do poderio militar. Uma conquista militar sempre traz tragédias.


c) George Ladd interpretou o Cavalo branco como sendo a pregação do Evangelho em dimensões universais

  • Mesmo em meio às terríveis perseguições, o Evangelho tem sido pregado e será pregado vitoriosamente no mundo inteiro para testemunho a todas as nações (Mt 24:14).
  • Sem escolas os cristãos confundiram os letrados rabinos; sem poder político ou social, mostram-se mais fortes que o Sinédrio; não tendo um sacerdócio, desafiaram os sacerdotes e o templo; sem um soldado sequer, foram mais poderosos que as legiões romanas. E foi assim que fincaram a cruz acima da águia romana.
  • Os mártires que morreram, morreram por causa da Palavra de Deus (6:9).


d) William Hendriksen interpretou o Cavalo branco e seu cavaleiro como sendo Jesus Cristo
1) Sempre que Cristo aparece, Satanás se agita e assim as provas para os filhos de Deus são iminentes (os cavalos vermelho, preto e amarelo).
2) As palavras só podem aplicar-se a Cristo: BRANCO + COROA + SAIU VENCENDO E PARA VENCER. Cabelos brancos (1:14), pedrinha branca (2:17), roupas brancas (3:4,5,18), nuvem branca (14:14), cavalos brancos (19:11,14), trono branco (20:11). Branco não pode ser usado nem para o diabo nem para o anticristo. Esse primeiro selo não traz nenhuma maldição.
3) Este texto está de acordo com o texto paralelo de Apocalipse 19:11-16, onde a descrição é incontroversa.
4) Este texto está de acordo com o tema geral do livro que a vitória de Cristo. Ele é o Leão da Tribo de Judá que venceu (5:5).
5) A espada do cavaleiro do Cavalo branco está de acordo com Mateus 10:34. Cristo vence com a Palavra. Vence com o evangelho.

2. O Cavalo Vermelho, uma figura da perseguição religiosa e da guerra - v. 4

a) Esse cavaleiro do cavalo vermelho representa a perseguição ao povo de Deus ao longo dos séculos - O futoro será um período de guerras e rumores de guerras, de conflitos e perseguição até à morte. Perseguição pelos judeus, pelos romanos, pela inquisição, perseguição na pré-reforma, perseguição na pós-Reforma (França, Inglaterra). Perseguição no Nazismo, Fascismo e Comunismo. Perseguições atuais. O maior número de mártires da história aconteceram no século XX.

b) A idéia da perseguição religiosa é fortalecida pela abertura do quinto selo - Ali são vistas as almas dos mártires que tombaram pelo testemunho da verdade.

c) Esse cavaleiro tinha uma grande espada - Essa espada machaira era o cutelo sacrificador. Onde chega Cristo, chega também a perseguição aos que são de Cristo (Mt 5:10,11; Lc 21:12; At 4:1, 5:17. Pense em Estêvão, Paulo, Policarpo, Perpétua, Felicidade, a Inquisição, a Noite de São Bartolomeu, a Rússia, a Coréia do Norte, a China, os países Islâmicos.

d) A paz foi tirada da terra para que os homens se matassem uns aos outros - Não há paz em parte alguma. O Príncipe da paz foi rejeitado. Há perplexidade entre as nações. Esse cavalo vermelho descreve um espírito de guerra. A guerra tem sido uma parte da experiência humana desde que Caim matou Abel. Os homens perdem a paz e buscam a paz pela guerra. As guerras são insanas porque os homens se matam em vez de se ajudarem. As guerras são fratricidas. As guerras estão aumentando em número e em barbárie (as duas guerras mundiais, as guerras tribais, as guerras étnicas, as guerras religiosas e de interesses econômicos). No fundo todos são vítimas sacrificadas sobre o altar de Satanás. Com irracionalidade total investem tudo no armamento e desconhecem o caminho da paz. Quem não quer viver sob a cruz, viverá sob a espada.

e) Esse cavalo vermelho é um agente do dragão vermelho, que é assassino desde o princípio (12:3)- A terra está bêbada de sangue e cambaleando pela guerra. Os homens se tornam loucos, feras bestiais. As atrocidades do Nazismo.

3. O Cavalo Preto, uma figura da pobreza, escassez e da fome - v. 5-6

a) Esse cavalo preto representa fome, pobreza, opressão e exploração - Fome e guerra andam juntas. Se a paz é tirada da terra, não poderá haver livremente comércio nem negócios. O mundo inteiro sofrerá tremendas agitações. Comer pão pesado representa grande escassez. Há trigo, mas o preço está muito alto. Um homem precisava trabalhar um dia inteiro para comprar um litro de trigo. Normalmente ele compraria 12 litros pelo mesmo preço. Esse cavalo fala do empobrecimento da população. Só pode alimentar a família com cevada, o cereal que era dado aos animais. O racionamento leva um homem a gastar tudo que ganha para alimentar-se.

b) Essa pobreza é proveniente dos crentes não fazerem concessões - Não aceitar a marca da besta e por isso não pode comprar nem vender (13:17), não se corromper, ao contrário preferir o sofrimento e até a morte à apostasia.

c) A pobreza não atinge a todos - O azeite e o vinho produtos que descrevem vida regalada não era danificados. Os ricos sempre sabem garantir o seu luxo, enquanto a população passa fome. No mesmo mundo que reina a fome, reina também o esbanjamento, o luxo, a desigualdade.

4. O Cavalo Amarelo, uma figura da morte - v. 7-8

a) A figura da morte e do inferno são pleonásticas, presentam uma única realiade - O hades sempre vem atrás da morte. A morte derruba e o hades recolhe os mortos. A morte pede o corpo, enquanto o hades reclama a alma do morto.

b) A morte e o hades não podem fazer o que querem - Eles estão debaixo de autoridade. Só atuam sob permissão divina. Seu círculo de ação é limitado e seu território definido: a quarta parte e não mais.

c) A morte usa 4 instrumentos para sacrificar suas vítimas -
1) A espada - Aqui não é machaira, mas rhomphaia, espada comprida usada na guerra. Aqui trata-se da morte provocada pela guerra.
2) A fome - A fome é subproduto da guerra, cidades sitiadas, falta de transporte com alimentos.
3) Pestilência ou mortandades - As pragas, as pestilências crescem com a pobreza, a fome, as guerras.
4) As bestas feras da terra - despedaçam e devoram tudo que encontram.

II. O QUINTO SELO - O CLAMOR NO CÉU - V. 9-11


1. As almas dos que morreram pela sua fé estão no céu - v. 9

  • Com a abertura do quinto selo muda-se o cenário, da terra passa-se ao céu. Passamos da causa para o efeito. Essas pessoas foram mortas, mas ainda não ressuscitaram. Elas foram mortas e a matança prossegue. As almas sobrevivem sem o corpo e são conscientes. Elas não estão dormindo. Elas não estão no céu. Essa é nossa gloriosa convicção. Morrer é estar com Cristo. É deixar o corpo e habitar com o Senhor. É entrar na posse do Reino. A morte não os havia separado de Deus.


2. Deus não poupou essas pessoas do martírio, mas deu-lhes poder para morrerem por causa da Palavra

  • Enquanto os falsos crentes vão apostatar, amando o presente século, adorando o anticristo e apostatando diante da sedução do mundo ou da perseguição do mundo, os fiéis selarão com o seu sangue o seu testemunho e preferirão a morte à apostasia.
  • Jesus deixou isso claro no sermão profético: "Então vos entregarão à tribulação, e vos matarão, e sereis odiados de todas as gentes por causa do meu nome" (Mt 24:9,10).
  • Muitos mártires conhecidos e desconhecidos morreram e ainda morrem por causa da sua fidelidade a Cristo e sua Palavra (Policarpo, os pastores na Coréia).


3. As almas dos féis pedem não vingança pessoal, mas a vindicação da glória do Deus santo

  • A pergunta delas não é a mesma de Jesus: "Por que?", mas "Até quando?". Eles não perguntam: "SE", mas "até quando?". Como conciliar essa pergunta com o perdão que Cristo ofereceu aos seus algozes na cruz e a atitude de Estêvão com os seus apedrejadores? O clamor não pede vingança pessoal, mas a vindicação da justiça divina (Lc 18:7-8). Esse é o clamor da igreja diante dos massacres: arenas, piras, campos de concentração, prisões, câmaras de gás, fornos crematórios.
  • Não é o próprio grito de lamentação, mas o lamento pela honra de Deus.


4. As almas dos fiéis recebem vestes brancas, represetando retidão, santidade e alegria

  • Estar no céu é bem-aventurança. É glorificação. Não plena ainda porque não houve a ressurreição, mas incomparavelmente melhor do que estar no corpo (Fp 1:23).
  • Os réus e condenados vestiam-se de preto. Eles foram condenados na terra, mas no céu, Deus os veste de branco. Estão absolvidos, justificados, salvos.


5. As almas dos fíéis estão descansando, não dormindo até chegar o dia em que se completará o número dos mártires

  • Os crentes estão no céu descansando de suas fadigas. Lá não tem mais dor, nem pranto nem luto. O dia está determinado. O número está determinado. Até que esse número não tenha sido completado na terra, o dia do juízo não pode chegar. O Cordeiro está no controle. Nem um fio de cabelo nosso pode ser tocado sem que ele permita. Mas, precisamos saber que nos dado a graça não apenas de crer em Cristo, mas também de sofrer por ele e até de dar a vida por ele (Fp 2:17; 2 Tm 4:6).
  • Deus mostra para esses mártires que o seu sacrifício não foi um acidente, mas um apontamento. Até na morte do seu povo, Deus está no controle. Quando o inimigo estar ganhando, a igreja o vence, ao se dispor a morrer pela sua fé.


6. Há uma limite para essa enxurrada de injustiça

  • Há um limite para a crescente enxurrada de injustiça, além do qual ela não prosseguirá. Deus anuncia esse limite intransponível. Trata-se do número completo dos mártires. Ele não é citado, mas existe. Justamente no momento em que a violência celebra seus maiores triunfos e apregoa seus mais altos índices de sucesso, sua ruína torna-se visível. Perseguições aos cristãos amadurecem o juízo sobre o mundo, apressando o seu fim.


III. O CLAMOR SOBRE A TERRA - O JUÍZO CHEGOU - V. 12-17


1. O juízo chegou: as portas da graça estão fechadas, é o dia da ira do Cordeiro

  • O sexto selo introduz o dia do juízo. O medo, o terror, o espanto e a consternação daquele dia se descreve sob dois simbolismos: um universo sendo sacudido e os homens completamente aterrorizados, tentando se esconder.


2. O juízo chegou: o próprio universo está abalado - v. 12-14

  • O sol, a lua, as estrelas, o céu, os montes, as ilhas = tudo aquilo que se considerava sólido, firme, está abalado. As vigas de sustentação do universo estão se desintegrando. A antiga criação está se desintegrando. O céus se desfarão por crepitoso estrondo. Este é um quadro simbólico do terror do dia do juízo. O simbolismo inteiro nos ensina uma só lição, a saber, que será verdadeiramente terrível a efusão final e completa da ira de Deus sobre um mundo que tem perseguido a igreja.
  • Esse momento virá repentinamente - Será como o ladrão de noite. Os homens desmaiarão de terror.


3. O juízo chegou: os homens estão em profundo desespero - v. 15-17

  • Há seis classes de pessoas descritas também, da mesma forma, que tinha seis classes de elementos abalados: reis, grandes, comandantes, ricos, poderosos, escravo e livre. João vêm nesse imagem do terror universal: todos os ímpios sobressaltados de um repentino terror, tentando fugir e se esconder do Deus irado.
  • Os homens estão buscando um lugar para se esconder - Mas para onde o homem pode fugir e se esconder de Deus? Deus está em toda parte. Para ele luz e trevas são a mesma cousa. O primeiro instinto do pecado se esconder.
  • De que estão fugindo? Dos montes que estão se desmanchando? Do Universo que está em convulsão? Não, há algo mais terrível: eles estão fugindo do Deus irado.
  • Eles buscam a morte, mas não os pode esconder da ira do Cordeiro - O maior temor do pecador não é a morte, mas a manifestação plena da presença de Deus. O aspecto mais terrível do pecado é que converte o homem num fugitivo de Deus. Mas agora, nem caverna, nem a morte pode escondê-los desse encontro com Deus. O tempo da graça acabou. Aqueles que não buscaram a graça, encontrarão inexoravelmente a ira de Deus. A porta está fechada. Agora é o juízo!
  • Posição, riqueza, poder político - Absolutamente nada pode evitar que os homens enfrentem o Tribunal de Cristo. Importa que todos compareçam perante o tribunal de Cristo.

CONCLUSÃO

  • O dia do juízo se aproxima. Mas hoje ainda é o dia aceitável. Ainda você pode se voltar para Deus e encontrar perdão. Você quer vir a Cristo nesta noite? Você está preparado para encontrar com Cristo?
  • Você já está disposto a enfrentar perseguição, pobreza, espada, fome e a própria morte por amor a Cristo e sua Palavra?

• O dia do Senhor será dia de luz ou de trevas para você?

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

 

Russell Shedd
Dinheiro - bênção ou maldição?

Paulo afirma que o amor ao dinheiro é raiz de todos os males (1Tm 1.10). Por que será que nenhuma sociedade escapa dos grandes males criados pelo sucesso? A resposta estaria no fato que o narcisismo acaba minando todos os valores. O servo dessa preocupação com nosso bem-estar é o dinheiro, que tem a força para nos captar em sua rede, do mesmo modo que um animal é capaz de tirar sua própria perna para se libertar de uma armadilha.

Não ignoramos que o dinheiro é um valor que pode abençoar quem recebe ou dá. Paulo escreveu em sua Segunda Carta aos Coríntios sobre a importância do dinheiro para socorrer os necessitados (caps. 8 e 9).
Queremos entender melhor o que a Bíblia tem para nos dizer a respeito dessa tão útil e perigosa ferramenta, que pode tanto fazer o bem como o mal.

A bênção do dinheiro
Quando Deus criou o homem, abençoou-o e deu a ele o privilégio de dominar, mas sempre como mordomo do Senhor (Gn 1.28). Após a queda, o desejo pelo domínio cresceu e rapidamente a humanidade se esqueceu da responsabilidade de usar as coisas materiais para a glória de Deus e para o bem de todos.

Quando Jesus ensinou que é mais abençoado dar do que receber (Atos 20.35), não é dito que é necessário receber primeiro para poder dar. A fonte de tudo que recebemos é Deus. Sua generosidade se manifesta todo dia em que ele providencia as condições para produzir suprimentos de toda espécie para manter a vida, além de tudo que seja útil para manter a proteção e conforto. Toda atividade econômica depende do Criador que supre as condições necessárias para realizá-la.

Deus nos criou para gozar de vida corpórea e espiritual. Posses devem sustentar a vida do corpo - casa, alimento, transporte e fornecer mil outros produtos. Os livros que comunicam a verdade eterna às nossas mentes são apenas um exemplo. Paulo refere-se à bondade de Deus ao declarar para o povo de Listra, "não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria" (At 14.17). A bênção de Deus sobre o mundo material, em benefício do homem, é um sinal do amor de Deus por todos. Dinheiro fornece um meio eficiente para distribuir os benefícios doados por Deus e repassar a fartura para os necessitados.

Jesus confrontou o jovem rico com a surpreendente declaração de que somente vendendo tudo que tinha e dando o resultado aos pobres teria o privilégio de ser discípulo e ganhar a vida eterna (Mc 10.21). A bênção seria rejeitar o amor ao dinheiro e, em seu lugar, alcançar um amor real pelo próximo. O sacrifício material no tempo presente garantiria a bênção maior no futuro - "terás tesouro no céu". O galardão que aguarda todos que ajuntam tesouros no céu é glorioso e seguro (aí não há ladrões, nem qualquer tipo de destruição de perda, Mt 6.20). "Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração" (v. 21).

Fica claro que a única maneira de mandar riqueza para o céu é usando dinheiro para beneficiar os necessitados; pode ser materialmente ou espiritualmente. Dar generosamente aos necessitados é o melhor de todos os investimentos. Seu retorno será grande e sua felicidade eterna.

A maldição do dinheiro
O apego aos valores materiais assedia a maioria dos homens. Possuir dinheiro e tudo que ele pode comprar dá satisfação e segurança. O desejo de adquirir mais do que necessitamos alimenta o egoísmo natural que faz parte do mundo que a Palavra de Deus nos proíbe amar (1Jo 2.15). O avarento não tem herança no reino de Deus (1Co 6.10). "O amor ao dinheiro é raiz de todos os males" (1Tm 6.10). Basta notar a frequência de notícias de corrupção nos altos escalões do governo para perceber que dinheiro é uma forte fonte de tentação.

A maldição das posses é muito sutil. Poucas pessoas reconhecem o seu perigo. A maioria pensa que ganhar mais dinheiro demonstra a bênção de Deus sobre a vida. Em alguns casos, é verdade. Mas, na realidade, a falta de dinheiro pode ser o caminho da bênção, porque humilha, rebaixando os homens ao nível de mendigos. Tornam-se dependentes da graça de Deus, e alvos do amor dos irmãos na fé. A maldição invade nossas igrejas se não há generosidade. A prática da igreja de Jerusalém não nos incentiva a cuidar dos órfãos e viúvas, mesmo diante da declaração que "religião pura e sem mácula" é cuidar dos órfãos e viúvas (Tg 1.27).

Um dos casos bíblicos mais impressionantes relata a consequência maldita da mentira de Ananias e Safira (At 5.1-11). Esse casal crente, da igreja de Jerusalém, vendeu uma propriedade. A avareza os levou a concordar em reter uma parte do preço e oferecer a Deus o resto. Mentiram, afirmando que a quantia depositada "aos pés dos apóstolos" era o valor total. O resultado foi a morte sumária dos dois. Por quê? Não foi porque não ofereceram tudo para o Senhor, mas porque mentiram, desejando apresentar-se mais desprendidos do que na realidade foram.

Outra surpresa na Palavra é descobrir que é possível distribuir todos os bens entre os pobres sem amor (1Co 13.3). Se assim for, não há proveito nenhum para o doador. Com isso, Deus quer nos ensinar que podemos dar com motivos errados. Sacrifício material, sem amor, não agrada a Deus e não acarreta benefício algum para o doador. Seguramente muitos filantropos oferecem somas grandes para acolher aos necessitados, mas eles não recebem nenhum proveito diante do Juízo do universo. Joan Kroc, herdeira da fortuna da cadeia mundial de lanchonetes McDonald's, doou ao Exército de Salvação de San Diego, na Califórnia, 80 milhões de dólares. No juízo final, será revelado se a sra. Kroc terá algum benefício em troca dessa razoável oferta.

Conclusão
O privilégio de ser mordomos de Deus, pelo uso das riquezas deste mundo, deve nos segurar diante da tentação da avareza. A maldição do dinheiro somente se transforma em bênção quando o Espírito Santo produz o seu bendito fruto em nossas vidas. Esse fruto é amor e benignidade (generosidade) (Gl 5.22). Vence-se a maldição por meio do Espírito de Cristo que cria uma vida em benefícios dos outros, em lugar do narcisismo feroz.

 
  Russell Shedd Russell Shedd

É PhD em Novo Testamento pela Universidade de Edimburgo (Escócia). Fundou a Edições Vida Nova há mais de 40 anos e atualmente é consultor da Shedd Publicações. É missionário da Missão Batista Conservadora no Sul do Brasil e trabalha em terras brasileiras há vários décadas. Lecionou na Faculdade Teológica Batista de São Paulo e viaja pelo Brasil e exterior participando de conferências em congressos, igrejas, seminários e faculdades de Teologia. É autor de vários livros, entre os quais estão A Justiça Social e a Interpretação da Bíblia , Disciplina na Igreja , A Escatologia do Novo Testamento , A Solidariedade da Raça , Justificação , A Oração e o Preparo de líderes cristãos , Fundamentos Bíblicos da Evangelização , Teologia do Desperdício , Criação e Graça: reflexão sobre as revelações de Deus , todos publicados pelas Edições Vida Nova ou pela Shedd Publicações. Além disso, é autor dos comentários da Bíblia Shedd (Vida Nova).

 

 

Carlito Paes 7

É TEMPO DE RECOMEÇAR SUA VIDA
João 3:1-15

 

"Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele." (João 3:17)

Texto: Nicodemos foi visitar Jesus.

Introdução:
Você já se encontrou com Jesus? Hoje veremos a história de um homem, que teve um encontro pessoal com Jesus. Vamos ver como foi?
Seu nome era Nicodemos, grego = "conquistador do povo". Era um homem importante, líder dos judeus (era membro do sinédrio/casa da justiça ou casa das leis - Lc 22:66). Homem culto e inteligente.
Quero ressaltar dois fatos interessantes na vida de Nicodemos antes de entrar nos pontos desta mensagem:

Um homem bem intencionado...
v. 1 - "Havia um fariseu chamado Nicodemos, uma autoridade entre os judeus."
Essa história nos mostra que era um homem bem intencionado religiosamente, porém muito desinformado espiritualmente. Boa intenção não pode salvar nossas vidas.

Um professor de religião...
v. 10 - "Respondeu-lhe Jesus: Tu és mestre em Israel, e não entendes estas coisas?"
Era um professor de religião, que como muitos não conhecia Jesus. Falava do que não sabia!
Estes dois fatos deixam claro para nós que boa intensão e religião não podem salvar a vida das pessoas, e 
lamentavelmente há milhões de pessoas que pensam que isso é possível.
Embora que a bíblia não fale diretamente da conversão deste homem, há indícios disto (Jo 7:50-51 e 19:39), pois fala que ele se tornou um seguidor de Jesus.
Aqui em João 3, no seu encontro com Jesus ele recebe um "seminário" completo sobre a doutrina da salvação.

Para Recomeçar sua Vida...

1. Você precisa buscar Jesus (v. 2a)
"Este foi ter com Jesus, de noite, e disse-lhe: Rabi, sabemos que és Mestre, vindo de Deus;"
Agir com iniciativa = "foi ter com Jesus"
Superar dificuldades = "de noite"
Buscar com fé = "Rabi, sabemos que és Mestre"

2. Você precisa acreditar no poder de Jesus (v. 2b)
"pois ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele."
Até parecia que Nicodemos havia lido Jo 10:30 - "Eu e o pai somos um"
Creia ninguém pode! Que fé!
Só existe um EU SOU (Ex 3:14). Todos os outros são falsos deuses, são ídolos!

3. Você precisa nascer de novo (v. 3-7)
"Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus."
Somente com uma nova natureza, regenerado por Cristo, você poderá ter a vida eterna!
1 Pe 1:23 - "tendo renascido, não de semente corruptível, mas de incorruptível, pela palavra de Deus, a qual vive e 
permanece."
As coisas velhas só passaram de sua vida, se você nascer de novo para Deus em Cristo! Faça isso hoje mesmo, nada poderá impedí-lo.
Vs. 4 a 7 - "Perguntou-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus."
v. 5- é simplesmente fantástico! Fica muito claro: Quem não se arrepender e não for batizado (arrependimento) e não receber o Espírito Santo de Deus em sua vida não pode ir para o céu! Não que o batismo seja condição para salvação, porém água, é para nos lembrar o batismo por arrependimento pregado por João o batista. (At 2:38)
Aqui não se fala de religiosidade, intermediários, de boas obras, de sacrifícios. Fala-se de um novo nascimento, um nascimento espiritual, um milagre, o MILAGRE DA SALVAÇÃO!

4. Você precisa depender de Deus (v. 8)
"O vento (Pneuma) sopra onde quer, e ouves a sua voz; mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito."
Para nascer de novo, é necessário crer e viver para sempre guiado por esta fé!
Da mesma forma que o vento sopra as nuvens para onde ele quer, assim é todo aquele que é guiado pelo Espírito Santo do Senhor, a relação é simplesmente de fé e dependência.
Deixe sua incredulidade agora. Disse Jesus a Nicodemos:
Vs. 11-12: "Em verdade, em verdade te digo que nós dizemos o que sabemos e testemunhamos o que temos visto; e não aceitais o nosso testemunho! Se vos falei de coisas terrestres, e não credes, como crereis, se vos falar das celestiais?"

Conclusão:
vs. 14-15: "E como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado... para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna."

Esta é a grande Boa Nova do evangelho de Cristo para você...
Creia em Jesus
Creia no Poder de Jesus
Decida Nascer de Novo
Dependa do Poder de Deus!

Pr. Carlito Paes

 

QUATRO PRINCÍPIOS PARA O CASAMENTO
Gênesis 24.67

 

Isaque levou Rebeca para a tenda de sua mãe Sara; fez dela sua mulher, e a amou; assim Isaque foi consolado após a morte de sua mãe. 

A despeito das diferenças de tempos e costumes a Bíblia não nos deixa sem princípios para o casamento.
A história de Isaque e Rebeca é uma história que nos traz princípios de Deus para a vida conjugal.
Por serem princípios continuam válidos hoje e continuaram sendo daqui a cem anos ou daqui a mil anos.

1. O amor de Isaque por Rebeca.
Gn. 24.67 Isaque conduziu-a até à tenda de Sara, mãe dele, e tomou a Rebeca, e esta lhe foi por mulher. Ele a amou; assim, foi Isaque consolado depois da morte de sua mãe.

2. A oração de Isaque por Rebeca
Gn. 25.21 Isaque orou ao SENHOR por sua mulher, porque ela era estéril; e o SENHOR lhe ouviu as orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu.

3. O Carinho de Isaque por Rebeca.
Gn. 26.8 Ora, tendo Isaque permanecido ali por muito tempo, Abimeleque, rei dos filisteus, olhando da janela, viu que Isaque acariciava a Rebeca, sua mulher.

4. A Exclusividade do Amor de Isaque por Rebeca.
Gn. 35:29 Velho e farto de dias, expirou Isaque e morreu, sendo recolhido ao seu povo; e Esaú e Jacó, seus filhos, o sepultaram. Rebeca foi única para Isaque até a sua morte, em uma época em que a poligamia era tolerada.

Ame o seu cônjuge
Ore pelo seu cônjuge
Seja carinhoso com ele. 

Lembrem-se: Ela é única para você, você é único para ela.

 

HAY VIDA EN JESÚS PARA EL PECADOR
(Mateo 8:1-4; Marcos 1:40-45; Lucas 5:12-16)

                                                                                                                                              Objetivo: Que las personas entiendan lo que significa el pecado y la separación que nos produce de Dios y saber que Jesús está dispuesto a ayudarle si confía en El.

INTRODUCCIÓN: 
La lepra era la más terrible de las enfermedades. Ella iba deformando a la persona poco a poco hasta que moría. Los leprosos eran tratados por los demás como muertos vivientes. Eran excluidos de la sociedad (Levítico 13:46) Debían vestirse con harapos, usar el cabello despeinado y, mientras caminaba, debía gritar todo el tiempo Impuro, impuro (Levítico 13:45)

La gente se escondía o salía corriendo cada vez que veían a un leproso a lo lejos. Nunca ha habido una enfermedad que separara a un hombre de sus semejantes como la lepra. ¡Y este fue el hombre que Jesús tocó!

PROPOSICIÓN: En esta historia debemos notar dos cosas: El leproso se acerca a Jesús y Jesús responde. En la aproximación del leproso debemos destacar tres elementos:

1.- EL SE ACERCO CON CONFIANZA
No dudaba que Jesús podía curarlo. Eso es fe. Nadie debe sentirse demasiado impuro para acercarse a Jesús. Este hombre tenía la seguridad que Jesús podía hacer lo que nadie podía hacer. Nadie debe sentir que su enfermedad, del cuerpo o del alma, es incurable mientras Jesús exista.

2.- EL SE ACERCO HUMILDEMENTE
No exigió la curación; sólo pidió: Si quieres, puedes limpiarme. En otras palabras: Yo sé que no sirvo para nada, pero quizá tú, por amor a Dios, me ayudarás. Solamente el corazón humilde, conciente de su necesidad, es el que encuentra vida en Jesús.

3.- EL SE ACERCO CON REVERENCIA
La Biblia dice que el leproso se postró delante de Jesús (v.2ª) En el idioma del Nuevo Testamento esta palabra se usa en referencia a la adoración a Dios. Debemos saber que al estar en la presencia de Jesús nos encontramos ante el amor y el poder del Dios Todopoderoso.

El leproso se acercó en esta actitud ¿Cómo respondió el Señor?

4.- RESPONDIO CON COMPASIÓN
La ley judía prohibía a Jesús tocar a ese hombre, pero lo hizo. El pudo infectarse con esa enfermedad, pero El quería ayudar. Lo único que le movía era el amor. El amor es superior a cualquier otra ley. 
Así era Jesús y así es Dios: Cuando se trata de ayudar al pecador está dispuesto a todo.

CONCLUSIÓN: 
La lepra es un símbolo del pecado: La lepra espiritual también lo invade todo y nos hace inmundos a los ojos de Dios. La fe en el Señor Jesús puede sanarnos espiritualmente y la disposición de permitir que El nos sane, darán magníficos resultados y nos conducirán a rendirle adoración, como fue el caso del leproso curado. 
Hay vida en Jesús para el pecador que busca con sinceridad.

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LOS ENEMIGOS DE LA PUREZA
Proverbios 7:1-27

 

INTRODUCCIÓN 
Dios nos ha llamado a una vida de limpieza espiritual. I Tesalonicenses. 4:1-7 
En el camino hacia cumplimiento de la voluntad de Dios, nos encontramos con obstáculos En este capítulo encontramos la historia de un joven que perdió su pureza sexual. 
Salomón cuenta la historia como un testigo presencial. 

I. PRIORIDADES INCORRECTAS (1-7) 
1. Este joven era falto de entendimiento (v.7) 
2. La explicación de su simpleza y falta de entendimiento es clara (v.1-3) 
3. No tenía las prioridades correctas (enlistadas del 1-5) para permanecer puro. 
4. La práctica de estas prioridades hubiera guardado a este joven en la hora de la tentación 
5. La causa de los errores es la ignorancia de la Palabra de Dios. 

II. LUGARES INCORRECTOS (8-9) 
1. La mejor manera de impedir que la tentación gane terreno en nuestras vidas es evitándola. 
2. Este joven se estaba dirigiendo hacia el lugar equivocado en el momento equivocado del día. Oscuridad y soledad + ociosidad = malas acciones. 
3. I Tesalonicenses 5:22. Debemos tener cuidado de evitar los lugares donde se encuentra la tentación. 
4. Libros, películas o cualquier material indecente deberían ser evitados. Salmos 101:3 

III. PERSONAS INCORRECTAS (10-20) 
1. Dime con quien andas y te diré quién eres 
2. Esta no era el tipo de persona que el joven debió haber estado escuchando. 
3. Salmos 1 enseña que la gente influye en nuestras decisiones. 
4. Sus palabras, ideas, planes, comportamiento y hasta su vestir llegan a contagiar. "El que anda entre la miel, algo se le pega". 1 Corintios 15:33 
5. Él debió haber seguido el ejemplo de José en Génesis 39:7-13, que huyó de la tentación. 

IV. PRÁCTICAS INCORRECTAS (21-23) 
1. El resultado de tener equivocadas prioridades es estar en los lugares incorrectos 
2. El resultado de estar en los lugares equivocados es conocer a gente incorrecta 
3. El resultado de escuchar a gente incorrecta es prácticas incorrectas 
4. ¡Y de esa forma la pureza de este joven desapareció! 

CONCLUSIÓN 
1. Seamos oidores de la voz de Dios. 
2. Seamos hacedores de ella. 
3. Mantengámonos firmes en la Palabra.

Autor: Pastor Félix D. Ramírez Montalvo - Ministerio: Iglesia Iglesia Bautista El Camino

 

 

 

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