Guia-me: Como o senhor avalia a música gospel no Brasil? Rev. Sérgio Melo: A minha avaliação da música gospel no Brasil é uqe a nossa música é das melhores, haja visto que temos sido referência até mesmo para a igreja católica brasileira. Além de promovermos grandes eventos e premiações musicais, temos ganho vários prêmios de cunho internacional importantíssimos para o cenário brasileiro. Diante de tantas conquistas e realizações, a minha avaliação não poderia ser diferente.
Guia-me: Quais são as diferenças entre o gospel nacional e o norte-americano? Rev. Sérgio Melo: A diferença é que nos Estados Unidos a música gospel está relacionada à black music e no Brasil todos os ritmos que falam de Deus têm o mesmo tratamento. Em se tratando de black music, existe um grande investimento e apoio de rádios e televisão tornando, assim, um mercado muito interessante.
Guia-me: Por que a black music não é tão aceita nas nossas igrejas? Rev. Sérgio Melo: A música negra no Brasil não é aceita em grande parte das denominações, principalmente as tradicionais, devido a seus fundadores terem suas origens em paises historicamente racistas. Grande parte dos missionários americanos sulistas que aqui chegaram após a guerra da secessão introduziram em suas doutrinas, sem fundamento bíblico, um ensinamento segundo o qual tudo o que tem origem africana é demoníaco. Até o dia de hoje em determinadas escolas dominicais ensina-se às crianças que o coração branco é o coração bom e o coração negro é um coração mal. Foi nos ensinado também que os demônios são negros e os anjos do Senhor loiro de olhos azuis, quando sabemos que a Bíblia ensina que o diabo era um anjo e que seu nome era " Lúcifer " ( anjo de luz). Até pouco tempo nem mesmo bateria era permitido nos cultos de igrejas tradicionais. Em função destes e outros ensinamentos que foram ensinados às chamadas igrejas históricas como doutrina, a música negra é vista nos dias de hoje por algumas denominações com uma certa restrição inconsciente, provinda de homens racistas que no passado, sem nenhuma misericórdia, disseminou nas liturgias evangélicas este conceito.
Guia-me: O que seria preciso para que a black music brasileira emplacasse? Rev. Sérgio Melo: Jesus diz que não se coloca um candeeiro debaixo de uma cama e sim em um local exposto para que todos vejam. O que falta para a música black gospel acontecer é o surgimento de empresários que invistam em rádio, tv e mídia impressa que promova os cantores, corais e bandas.
Guia-me: Na sua opinião, as igrejas ainda têm preconceito em relação à música negra? Qual é a situação nos EUA em relação a isso? Rev. Sérgio Melo: Nos Estados Unidos a música black gospel movimenta um mercado bilionário, o que prova que a esse estilo de música é muito ouvido pelo povo de Deus daquele país e muito bem aceita. Todavia, no Brasil, além de um certo preconceito não generalizado, a nossa música não chega aos ouvidos de todos, devido à falta de investimentos nas rádios, tvs e mídia impressa. Eu diria que ,dentro deste universo, existem igrejas que possuem uma certa restrição, não pela igreja em si, mas pelo despreparo de alguns lideres e, por um outro lado, por não terem acesso a este mercado em crescimento.
Guia-me: Como o senhor rebate as alegações de que funk, rap e outros estilos não são apropriados para louvar a Deus? Rev. Sérgio Melo: O salmista diz que tudo que tem fôlego louve ao Senhor, nada pertence ao diabo, tudo foi criado por Deus, é apenas uma questão de preferência pessoal, todavia, esta preferência pessoal não deve se tornar espiritualizada a ponto de se tornar uma regra através de ações doutrinárias.
Guia-me: Na sua opinião, quem são os melhores no gospel nacional? Rev. Sérgio Melo: A rapaziada da extrema periferia, que por sua dificuldade financeira não tem tido oportunidade de mostrar seu trabalho. Não vou citar nomes para não ser indelicado caso me esqueça de alguém, todavia se alguém quiser ouvir black music de verdade, vá às igrejas lideradas por pastores que possuem esta formação, ficarão com certeza maravilhados.
Guia-me: E no internacional? Rev. Sérgio Melo: Todos os cantores da COGIC, mas é muito bom ouvir Bishop Samuel Moore, Lee Vanzandt, James Moore...
Guia-me: Por que as igrejas ditas renovadas perderam a tradição dos grandes corais? Rev. Sérgio Melo: Pura influência do que ouvem nas rádios evangélicas brasileiras no dia-a-dia. Fonte: guiame.com.br
Dieta da Bíblia promete perder 5 kg em 11 dias
Era só mais um passeio pelo shopping e uma olhadela nas vitrines repletas de modelos tamanhos P e M, que há anos não serviam nela. Até que a professora Simone Herdelha, 36, avistou uma placa que prometia "mudar o corpo em cinco semanas". Ficou desconfiada. Já que estava ali mesmo, resolveu arriscar. Conheceu a dieta da Bíblia. A invenção é do médico judeu Edson Ramuth, que fundamentou a sua fórmula de emagrecimento no Velho Testamento, texto sagrado para os judeus ortodoxos, que seguem as recomendações nutricionais bíblicas. "Estudei a composição dos alimentos, analisei vitaminas, sais minerais, proteínas e calorias de cada um em relação às necessidades do corpo e criei o meu cardápio", afirma o cirurgião plástico e esteticista. A dieta, que promete a perda de 5 kg por mês, exige sacrifício. São apenas 600 calorias por dia, três vezes menos do que o consumo recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Por isso, o regime também é curto: no máximo 11 dias por mês, sendo que no sexto, o sábado, dia sagrado para os judeus, a dieta recomenda apenas a ingestão de água. Simone repetiu a série por quatro vezes e eliminou 14 kg. "E não foi milagre.É bem complicado", afirma ela, que é católica não-praticante. Para o ponteiro da balança bater nos 68 kg, a lista de proibições, baseada no "cardápio bíblico", foi bem grande. Mais magra, a professora recebeu a notícia da chegada do primeiro filho. "Gestação acima do peso é muito arriscada. Ainda bem que, mesmo sem planejar um bebê, perdi uns bons quilos antes", conta Simone, grávida de quatro meses. Ela pretende voltar à dieta da Bíblia em julho do ano que vem. A meta é chegar aos 62 kg e, depois, conseguir manter a silhueta. "Como quando eu era novinha." Efeito sanfona Segurar os ponteiros da balança é exatamente a dificuldade do coordenador de vendas Odair de Brito, 37. Ele começou a dieta da Bíblia há cinco meses e luta religiosamente contra o efeito sanfona. No primeiro mês, perdeu 6 kg. No segundo, três. No terceiro, apenas um. Resolveu dar uma pausa de dois meses no regime, e, aí, "a coisa degringolou". "Recuperei, rapidinho, 5 kg dos 10 kg que havia emagrecido", lembra. Arrependido, o cristão Odair, que freqüenta há dois anos uma igreja protestante, terminou na última quarta-feira mais uma nova maratona da dieta bíblica. Perdeu 5 kg. Precisa eliminar mais cinco para chegar aos 78 kg, o seu peso ideal. Mas isso é assunto para depois das festas de fim de ano. Até lá, ele já se dará por satisfeito se conseguir não engordar. O problema, como em qualquer outra dieta, é não cair em tentação. "Tem que ter força de vontade e contar com a compreensão da família", diz ele, que pediu para a mulher, Luciane, não saborear os "pratos proibidos" na sua frente. "Daí não dá para resistir, não é?" Quem pretende seguir os mandamentos do dr. Edson precisa ficar atento. A nutricionista Paula Crook alerta que sacrifícios como esses não são uma forma saudável de enfrentar o "pecado da gula". Isso porque, em dietas restritivas, a pessoa perde massa muscular, metabolicamente ativa. Quando pára o regime, está com o metabolismo mais lento e volta a engordar. "Pior, pode ganhar ainda mais peso do que tinha antes." Para a nutricionista, a melhor dieta é a velha conhecida reeducação alimentar. "Um processo lento, mas com resultados duradouros", afirma. Como se vê, para emagrecer com saúde, o que funciona, ainda, são outros princípios bíblicos, nada milagrosos, como a paciência e a perseverança. É proibido comer - Mais de 600 calorias por dia - Carne de porco e de outros bichos que não ruminam, conforme os preceitos que embasam a dieta kasher - Carne crua ou malpassada - Leite e derivados (queijo, coalhada, creme de leite) na mesma refeição com carne, como filé à parmigiana e estrogonofe, a exemplo dos judeus ortodoxos - Frutos do mar e peixes sem escamas, como cação e pintado (Fonte: Abril/Ceuboy News)
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Enviado por murimarques em 25/09/2008 (50 leituras) | |||||||||||||
O meia Kaká vai participar de uma maratona diferente na emissora estatal de TV italiana, a RAI. O jogador, seguidor da Igreja Renascer, será uma das 1.500 pessoas que farão uma leitura bíblica de 139 horas ininterruptas no canal - por quase sete dias seguidos. | |||||||||||||